| 1 x de R$250,00 sem juros | Total R$250,00 | |
| 2 x de R$137,05 | Total R$274,10 | |
| 3 x de R$92,69 | Total R$278,08 | |
| 4 x de R$69,60 | Total R$278,40 | |
| 5 x de R$57,16 | Total R$285,78 | |
| 6 x de R$47,63 | Total R$285,80 | |
| 7 x de R$41,69 | Total R$291,80 | |
| 8 x de R$36,48 | Total R$291,83 | |
| 9 x de R$33,25 | Total R$299,23 | |
| 10 x de R$30,16 | Total R$301,63 |
Artista - Os Tincoãs
Título - Os Tincoãs
Gravadora - Odeon / EMI / Universal
Ano - 2025 (1973)
Formato - reedição / LP, vinil simples, laranja
uma das obras mais revolucionárias da música brasileira. Raro, ancestral e profundamente original, o disco marca a virada do grupo baiano Os Tincoãs — vindo de Cachoeira, no Recôncavo — para um repertório que une cantos do candomblé, sambas de roda e harmonias vocais de tirar o fôlego.
Produzido por Adelzon Alves e dirigido musicalmente por Lindolfo Gaya, o álbum estreia uma sonoridade inédita à época — descrita por alguns como “a bossa nova do candomblé”. Canções como Deixa a gira girá, Saudação aos Orixás e Canto pra Iemanjá misturam espiritualidade, lirismo e inovação formal. Já A força da Jurema resume o manifesto musical do grupo: um grito de pertencimento e reverência aos seus ancestrais.
Admirado por Gilberto Gil, pelo maestro Koellreuter e até por um príncipe iorubá, o som dos Tincoãs desafia o tempo. Suas vozes ecoam como se saíssem das igrejas, dos terreiros e das praças do Recôncavo — uma celebração viva da cultura afro-barroca brasileira.
