| 1 x de R$220,00 sem juros | Total R$220,00 | |
| 2 x de R$120,61 | Total R$241,21 | |
| 3 x de R$81,57 | Total R$244,71 | |
| 4 x de R$61,25 | Total R$244,99 | |
| 5 x de R$50,30 | Total R$251,48 | |
| 6 x de R$41,92 | Total R$251,50 | |
| 7 x de R$36,68 | Total R$256,78 | |
| 8 x de R$32,10 | Total R$256,81 | |
| 9 x de R$29,26 | Total R$263,32 | |
| 10 x de R$26,54 | Total R$265,43 |
Artista - Melos Kalpa
Título - Melos Kalpa
Gravadora - Hands In The Dark
Ano - 2024
Formato - LP, vinil simples
O Melos Kalpa foi formado em 2019 a partir da visão de Tom Relleen; um quinteto de músicos que utiliza instrumentos e estratégias pouco convencionais para criar uma música situada na interseção entre improvisação, minimalismo e um estado de devaneio sublimado.
As musicistas Agathe Max (Abstract Concrete, Papivores, These Towns), Jem Doulton (Thurston Moore Group, Too Many Things), David John Morris (Red River Dialect) e o próprio Tom Relleen (Tomaga) se apresentam através do “filtro” das intrincadas preparações de fita da produtora Marta Salogni, que criam texturas ricas, delays e distorções a partir de seu singular conjunto instrumental (marimba, vibrafone, violino, guitarra, bandolim, Buchla Music Easel, entre outros).
Utilizando técnicas de acaso e (não)intenção para determinar os rumos da composição, o grupo tateou novos territórios durante o outono e o inverno de 2019/20; dias de exploração imersiva registrados no Studio Zona, em London.
Desse território ondulante emergem cinco zonas distintas — cada uma com seus próprios marcos, climas e linguagens — agora acessíveis através do portal deste, o primeiro disco da banda. Esses reinos aguardavam visitantes desde que tomaram forma, há quatro anos: desabitados e não interpretados, pulsando, lamentando e se inter-relacionando. Agora, o grupo os disponibiliza para a exploração do ouvinte, oferecendo a possibilidade de uma experiência sem saber — para onde? por que não? e daí? vamos? — o mesmo presente que eles próprios vivenciaram nessa jornada sem objetivo da qual essas peças surgiram.
Nos próximos meses, o grupo irá apresentar versões ao vivo dessas gravações, dando nova vida ao último projeto de seu querido amigo Tom Relleen; muito sentido em sua ausência, mas de alguma forma ainda sorrindo no meio dessas memórias que se reinventam a cada novo instante.
